quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Viver, citar, aprender

Não sou uma pessoa adepta ao fanatismo ou algo que venha a incitá-lo. Viver em detrimento do que os outros fazem ou fizeram é complicado e acaba por distorcer um pouco sua própria história de vida.
Todavia, aprecio com enorme solicitude aqueles que aproveitam a vida alheia como forma de incentivo e reflexão. Pelo menos é o que sinto quando leio a respeito de John Lennon, um cara polêmico e cheio de problemas na infância que continua a me ensinar coisas das quais não hei de esquecer.

"Vivemos num mundo onde nos escondemos para fazer amor! Enquanto a violência é praticada em plena luz do dia..." 
 
E assim o homem sabe a vida que leva, os atos que carrega e as controvérsias que estabelece em suas próprias escolhas.


Post Scriptium: Ídolo, só tenho um: Deus.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Velha infância


Após um longo tempo de análises sobre o conteúdo deste blog, parei para pensar no motivo que me levou a engajar a foto acima como um dos meus “gadgets”.
Observei nada mais além do que no seu significado, ou quem sabe da sua intenção. Então me lembrei do primeiro momento em que a vi, obviamente após inúmeras pesquisas que me revelassem algo jocoso, e ao mesmo tempo crítico. Qualquer traço de humor satírico, de comédia séria, daquelas que rimos pela besteira, mas choramos pela essência da realidade.
Deliberadamente cansado das besteiras que a internet traz consigo, achei algo que se adequava a minhas buscas: a triste face da educação de nossas crianças. Qual o motivo do descaso pelo jogo de botão, pelas bilocas e seus variados tamanhos/força, pela coleção de figurinhas e o jogo do bafo, pela pelada no meio da calçada cheia de paralelepípedos que rasgam os dedos ou pelos brinquedos de nossos desenhos favoritos.
Ahh, aqueles sim são desenhos intrigantes, emocionantes, e às vezes educativos, mesmo com a falta de efeitos especiais ou animais bisonhos com seus golpes extravagantes. Era isso que carregava a inocência de uma criança pelo desejo de ser seu herói favorito, ao invés de dar a elas a violência que tanto perpetua dentro de seu meio. O Bullying está ai pra rir de nossas caras.
Por todas essas idéias, a foto acima representa a maturidade precoce a qual nossas crianças estão sendo submetidas. Só espero que futuramente, após um parto, o médico não saia dizendo: “Parabéns!Seu filho já teve a primeira ejaculação”.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

The willpower

I saw a great quote this morning on Twitter: “To enjoy the rainbow, first enjoy the rain” it was what Paulo Coelho said. Now, I´m thinking what i´ve done to take this rainbow, because we always wait a good thing without conquer it. And nothing is so right in the enviroment that the choice to fight for something we want.
Then, let´s hold the willpower and fight for all those things we dream.

sábado, 8 de janeiro de 2011

O amor!

O amor!
Nada além de um ato incondicional,
Faz do Ser humano um inconsciente,
Uma mente em estado irracional.

O amor!
Não é algo simples de se desfazer,
Nem ao menos de se enganar,
Simplesmente é o motivo pelo viver,
É a vida a se completar.

O amor!
É tentar provocar a rima perfeita,
Ou mesmo escutar a nota mais bela,
Percorrer um horizonte sem direção
Sem se ater ao destino que se espera.

O amor!
Palavra incontestável, indecifrável,
São letras que se juntam perfeitamente,
E assim produzem um clamor memorável.

E que então se aclame o poeta:
“É só o amor! É só o amor que conhece o que é verdade. O amor é bom, não quer o mal, não sente inveja ou se envaidece. O amor é o fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente; é um contentamento descontente; é dor que desatina sem doer.” (Renato Russo / Camões)

Post Scriptium: Mais um pedido atendido. Uma homenagem a duas pessoas que mostraram que o amor não é impossível.

Um ano (atrás)

Há não exatos 365 dias – isso porque esse post deveria ter sido escrito ontem – estava eu a escrever um texto que confundia meus sentimentos de angústia e expectativa. Sim, eram sensações que explodiam acerca do meu futuro, já que era o último ano de curso. Lembro com saudade daquele dia, pois um ano se passou e vejo que aquele menino aprendeu inúmeras coisas e cresceu um pouco mais, agora com o peso de um diploma nas costas, mas quem se importa, somos sempre meninos que aprendem com as trapaças que a vida tem a nos oferecer.
No mais, observo atentamente que os planos que tanto fazia na época se esvaíram novamente e se transformaram em possibilidades ainda maiores e entusiasmantes. E dizem que um ano passa rápido, porém penso diferente: Dura o suficiente para aprendermos que a vida é tão curta quanto nossa forma de pensar nela. Para tal, que seja aproveitado cada momento, para que vivamos intensamente o pouco de nossos desejos.

Post Scriptium: Um texto para recordar com alegria (http://radamedeiros.blogspot.com/2010/01/um-ano.html).