segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O “barato” da vida?

Sempre que vemos as noticias pela TV pensamos que, por pior que elas sejam, são coisas comuns. Infelizmente não são e, encarar a realidade que nos rodeia é difícil, mas temos que aceitá-las e entender que nossas ações levam a conseqüências, sejam elas boas ou ruins.

“Mulher que é estuprada no meio da rua, homem que bate na esposa pelo simples prazer, menina que aborta o filho por ser muito nova”. Parece muito prolixo, dentro do comum, porém fora das expectativas de vida que tanto merecemos. Parar para pensar e refletir sobre tais assuntos é de extrema importância e para isso, não devemos entrar na tolice de deixar para lá, pois todos estão passiveis a qualquer tipo de acometimento.

Post scriptium: Não se transcorra de besteiras. Pare, pense e aproveite o “barato” da vida.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ah, se eu pudesse

Se eu pudesse ler,
Leria as letras que a vida me oferta.
Se eu pudesse escrever,
Escreveria palavras a mais que um poeta.
Se eu pudesse ver,
Veria versos simples em um cometa
Se eu pudesse escutar,
Escutaria parágrafos fugazes em Asteca
Se eu pudesse falar,
Falaria sobre textos de como seguir uma meta
Se eu pudesse gritar,
Ah, se eu pudesse gritar
Gritaria em livro(e) e bom som: QUE BUC...!!!!

Post Scriptum: As vezes temos momentos incontrolavelmente insanos, então que escrevamos alguma coisa metódica para tal.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Poder voar

Às vezes eu penso o que faria se pudesse voar.

- Primeiramente, pediria juízo (consciência) para não me perder no caminho obscuro da obsessão.

- Em seguida, colocaria óculos escuros para não ficar cego com a claridade das possibilidades que o mundo teria a me dar.

- Depois, procuraria o primeiro “boteco de esquina” que satisfizesse minhas intensas e inócuas intenções.

- Por último, descansaria na mais bela paisagem, apreciando o primeiro pôr-do-sol com uma garrafa de cerveja na mão.

sábado, 13 de junho de 2009

E que haja vida...

A passos cada vez mais desesperados, o homem mantêm-se integro em querer sempre chegar próximo ao infinito das possibilidades concretas, ao maior degrau de sabedoria. Se não são as ruas que estão virando formigueiros humanos, são as tragédias que sucumbem de atos irresponsáveis. Em que Mundo vivemos? Qual o nosso propósito em dedicar nossa vida para ele?

Infelizmente, milhares e milhares de pessoas se questionam diariamente sobre o verdadeiro objetivo da vida, ou seja, para que presenciarmos tanta desgraça sem ter pelo menos um forte propósito. E como não sou diferente de ninguém, também busco essas respostas paulatinamente, sem esmorecer durante tantas reflexões e dilemas.

Primeiramente, devemos entender o significado da palavra VIDA, o que ela representa e qual o seu impacto no Mundo. Numa linguagem científica, viver é estar dentro de padrões metabólicos ideais para o funcionamento do logos Mente e corpo, mas será que ela também não pode representar sentimentos, emoções, aprendizagens, ou tudo mais? Poucos percebem, mas viver é a simples busca pela idealização de nossos sonhos, sejam eles concretizados ou não e, indo mais além, cada sonho (o micro) contribui para a formação da diversidade que representa o Mundo (o meso).

Posteriormente, entendamos que a vida é marcada por inúmeras tragédias, mas também por significativas conquistas. Por isso, não assumamos a fraqueza de desistir dos nossos ideais por perspectivas negativas, pois o medo de viver pode levar a abismos profundos. Devemos perceber que o trágico é parte inerente do nosso viver e assim, contribui direta ou indiretamente na nossa formação como Ser Humano.

Assim, entendo que o mais importante é sabermos aproveitar cada momento, sem fraquejar e nem desacreditar dos nossos sonhos, mesmo com os empecilhos que virão pelo caminho, pois viver é buscar as possibilidades no infinito da consciência sem se preocupar com as possíveis quedas.

E por aqui outorgo minhas idéias com um simples pensamento momentâneo: A vida é uma tempestade sem calmaria, e o que fazemos dela é o que nos possibilita um abrigo de paz e aconchego.

sábado, 2 de maio de 2009

O uso das palavras

Após intermitentes tentativas de analisar ou expor, nem que por pequenas frases, algo de interessante que se atenha as perspectivas presentes nesse blog, trago aos meus caros leitores algo inovador: A falta de palavras. Não uma seca de idéias que poderiam desencadear em enormes textos, mas uma sinuosa ausência do que ter que falar, ou ainda melhor, um exímio refugio pela reflexão de coisas bestas ou inconvenientes.

Nossa bagagem de informações se atem àquilo que adquirimos durante toda a vida e nem sempre podemos perceber o que é melhor para nossa constante aprendizagem, seja ela de espírito ou de inteligência. Por exemplo, terminar de ler um livro soa como um sinal de vitória para alguns, mas como sinônimo de tempo perdido para outros. Conversar besteira no bate-papo é produtivo para muitos, porém desestimulante para aqueles que se prenunciam exímios pensadores. Não que eu esteja defendendo classes de interesse, mas o Mundo atual está marcado pela disseminação de uma geração preguiçosa e conflituosa.

Primeiramente pelo avanço tecnológico, onde assim presenciamos uma sociedade cada vez mais sedentária, propicia a sofrer grandes riscos de saúde e que só pensa em zerar a versão 3000x de um jogo qualquer na tela da super televisão “nanoplasmática”. Ninguém se preocupa com a interpretação dos conceitos, mas a sua definição no Google é de grande valia. Ninguém ao menos se preocupa com a lógica dos fatos ou o acaso pelas conversas bestas, porém bem elaboradas, pois só existe uma coisa pra se fazer: entrar na internet para as resenhas ou para os jogos.

Em segundo plano, somos então culpados pela fraqueza de esmorecer nos momentos mais propícios a sabedoria (Logicamente que irei me incluir nesse sistema), pois não adianta depender dos outros por algo que você próprio deve buscar no âmago das idéias expostas pelos espaços. Não existe a reciprocidade de expor ou discutir novos ideais, mesmo que inconseqüentes, para a formação de uma sociedade de palavras, de debates críticos que formem os cidadãos.

Dentre tantas outras coisas, concluo o texto expondo a opinião de que estamos passando por um período precário na formação de uma sociedade sólida, marcada pelo uso imprevisível e íntegro das palavras. Mas que assim se viva e aprendamos a reconhecer nosso papel perante este Mundo.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Mera tentativa pela volta

Durante esses 4 meses em que estive ausente do blog, passei por muitas situações que me fizeram pensar em milhões, e até bilhões de coisas para escrever. Porém, nada estava ao alcance das minhas expectativas e nem se enquadrava na amplitude dos ideais que eu defendo. Era pasmoso entender o porquê dessa ausência de conceitos e idéias, já que nunca havia me ocorrido tamanha lacuna, mas eu penso que para tudo na vida existe um propósito, ou pelo menos um indicio de proposições interligadas.

Por vez, aviso de antemão: mesmo que ninguém leia esse blog, ou mesmo que ninguém goste de suas idéias, eu far-me-ei presente e postarei quantos textos estiverem ao meu alcance. E é bom ficar claro que isso não é um pessimismo acerbado de incongruências, mas uma mera tentativa de expor aquilo que eu penso ou expresso. Assim como tantos outros, luto pelo direito de expressar meus pensamentos sem esperar elogios ou críticas, abraços ou murros (Não pense que isso seja impossível), sorrisos ou caretas, pois o importante é viver e aprender.

Post Scriptum: O mais engraçado é que toda essa perífrase pode ser resumida em uma simples expressão: Eu voltei!