sábado, 13 de junho de 2009

E que haja vida...

A passos cada vez mais desesperados, o homem mantêm-se integro em querer sempre chegar próximo ao infinito das possibilidades concretas, ao maior degrau de sabedoria. Se não são as ruas que estão virando formigueiros humanos, são as tragédias que sucumbem de atos irresponsáveis. Em que Mundo vivemos? Qual o nosso propósito em dedicar nossa vida para ele?

Infelizmente, milhares e milhares de pessoas se questionam diariamente sobre o verdadeiro objetivo da vida, ou seja, para que presenciarmos tanta desgraça sem ter pelo menos um forte propósito. E como não sou diferente de ninguém, também busco essas respostas paulatinamente, sem esmorecer durante tantas reflexões e dilemas.

Primeiramente, devemos entender o significado da palavra VIDA, o que ela representa e qual o seu impacto no Mundo. Numa linguagem científica, viver é estar dentro de padrões metabólicos ideais para o funcionamento do logos Mente e corpo, mas será que ela também não pode representar sentimentos, emoções, aprendizagens, ou tudo mais? Poucos percebem, mas viver é a simples busca pela idealização de nossos sonhos, sejam eles concretizados ou não e, indo mais além, cada sonho (o micro) contribui para a formação da diversidade que representa o Mundo (o meso).

Posteriormente, entendamos que a vida é marcada por inúmeras tragédias, mas também por significativas conquistas. Por isso, não assumamos a fraqueza de desistir dos nossos ideais por perspectivas negativas, pois o medo de viver pode levar a abismos profundos. Devemos perceber que o trágico é parte inerente do nosso viver e assim, contribui direta ou indiretamente na nossa formação como Ser Humano.

Assim, entendo que o mais importante é sabermos aproveitar cada momento, sem fraquejar e nem desacreditar dos nossos sonhos, mesmo com os empecilhos que virão pelo caminho, pois viver é buscar as possibilidades no infinito da consciência sem se preocupar com as possíveis quedas.

E por aqui outorgo minhas idéias com um simples pensamento momentâneo: A vida é uma tempestade sem calmaria, e o que fazemos dela é o que nos possibilita um abrigo de paz e aconchego.

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