Qual seria o sentido da vida se não sonhássemos? O que necessariamente a realidade nos traria?
Sinceramente, nem me atrevo a pensar que existam respostas para tal, pois não veria nenhuma graça em se viver sem a plena imaginação, ou as idéias mais fugazes que atravessassem o mínimo do horizonte e desembocassem no rio mais profundo.
Nada tão simples quanto uma nuvem no céu, e nem tão complexo como uma galáxia no meio do obscuro do infinito, mas simples idéias que assegurassem a firme sensação de que podemos, sim, chegar tão longe quanto pensamos.
É estar sonhando, e ao mesmo tempo vivendo, pois sem essa expectativa não teríamos a convicção de que tudo podemos e fazemos. Como no tempo do piscar dos olhos, aprendemos o quão importante é nossa força de vontade para aprender a voar nas mais longínquas terras da impossibilidade.
Impossível era pensar que existia cura para as doenças mais ameaçadoras, hoje sendo elas as mais insignificantes. Tão possível era pensar que o homem nunca conseguiria voar, e hoje podemos nos deparar com a perseverança dos traços de algodão doce que flutuam naquela imensidão de céu.
Aprenda: Viver é importante, mas sem sonhos nada somos.
Post Scriptium: Um detalhe às minhas conclusões para o texto. A primeira palavra de cada parágrafo resume o que somos.
Post Scriptium: Um detalhe às minhas conclusões para o texto. A primeira palavra de cada parágrafo resume o que somos.