sábado, 8 de janeiro de 2011

O amor!

O amor!
Nada além de um ato incondicional,
Faz do Ser humano um inconsciente,
Uma mente em estado irracional.

O amor!
Não é algo simples de se desfazer,
Nem ao menos de se enganar,
Simplesmente é o motivo pelo viver,
É a vida a se completar.

O amor!
É tentar provocar a rima perfeita,
Ou mesmo escutar a nota mais bela,
Percorrer um horizonte sem direção
Sem se ater ao destino que se espera.

O amor!
Palavra incontestável, indecifrável,
São letras que se juntam perfeitamente,
E assim produzem um clamor memorável.

E que então se aclame o poeta:
“É só o amor! É só o amor que conhece o que é verdade. O amor é bom, não quer o mal, não sente inveja ou se envaidece. O amor é o fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente; é um contentamento descontente; é dor que desatina sem doer.” (Renato Russo / Camões)

Post Scriptium: Mais um pedido atendido. Uma homenagem a duas pessoas que mostraram que o amor não é impossível.

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