sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Qual é a sua resposta?

Estava eu a curtir meu momento de ociosidade, quando, instintivamente, deixei de lado o fone de ouvido a gritar as letras de “With a little help from my friends” e comecei a escutar a nova propaganda do Banco Itaú. E que, desde já, fique clara a ausência de intenção em se fazer qualquer tipo de propaganda, pois este blog me serve de inteira disposição para publicar minhas perspectivas, e não minhas opiniões publicitárias.

Porém, deixando de lado o discurso meramente correto, volto ao fio do pensamento...

As frases que semeavam as idéias pautadas naquela propaganda me intrigaram de uma forma interessante.

“Qual o papel de um banco numa sociedade de consumo que está descobrindo que o consumismo sem limites não vai levar a nada?

Um início que incita a atenção de qualquer um. Mas será que a sociedade está descobrindo os limites do consumismo, ou já sabe dessa realidade e não quer levá-la a sério? Pelo menos é o que a maioria faz: Se esconde no monte (ou no morrinho) de dinheiro que recebe (ou toma) para satisfazer os prazeres que são definidos por uma sociedade um tanto mesquinha.

“Como orientar as pessoas a usarem o dinheiro conscientemente, ao invés de, inconscientemente serem usadas pelo dinheiro?

Essa não precisa nem comentar. Já somos os subordinados do impetuoso “Mr. Green Paper”.

“Como deixar simples e humana, a tecnologia que está cada vez mais sofisticada?”

Para muitas coisas a tecnologia nos serve, basta que escolhamos seu lado benéfico. Sim, pois muitos pulam nas asas das possibilidades e, sem se quer se importar, prejudicam aqueles que pouco merecem o gosto da ilusão. Então, que se descubram as curas, os meios digitais de comunicação, as redes de informação momentânea e outros objetos consumistas ideais.

“Como pensar em previdência num tempo em que as pessoas vão viver mais? E em aposentadoria, quando as pessoas não pensam em parar nem quando se aposentam?”

Viver mais não é sinal de saúde. Quero viver bem, em paz com meus ideais e trabalhar naquilo que me satisfaça. Para tal, que me venham os anos e que me apareçam as rugas do tempo, mas que eu seja congratulado com o bem-estar do corpo e mente.

“Quando a sociedade e o Mundo começam a fazer novas perguntas, é preciso pensar em novas respostas...”

Por ora me despeço meu caro leitor, mas acreditando que para cada frase desse post seja feita uma nova pergunta sobre suas perspectivas de vida. E, para cada problema que venham a calhar, encontre você uma solução respeitável, afinal de contas, para todo problema existe uma resposta.



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