No átimo de um novo pôr do sol
Nasce um dia meramente normal
E, contrário ao que parece,
Torna-se indistintamente especial
Como na plenitude de um gesto,
Numa significância quase modal
A união entre duas epidermes
Fornece um contato primordial
Não se trata de algo sublime,
Nem se quer de algo banal,
Como num perfeito timbre,
A voz profetiza uma sílaba inicial (PA)
Tratar-se-á de uma simples palavra
Num murmúrio quase inexaurível
Que de tanto proferir encômios
Transforma-se em algo inesquecível
E mesmo após a demora primaveral,
Numa angústia ausente de reféns,
A espera sempre vale à pena
Depois de um singelo PARABÉNS.
Post Scriptum 1: Texto produzido em homenagem a dois grandes amigos (Bia e Yuri).
Post Scriptum 2: Não sou muito bom em poesias, mas tentei fazer o que pude para discorrer essa homenagem.
Um comentário:
Caralho, bóóóeeeee!!!
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Pau, pau!!!
\o/
Valeu!
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