sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Homenagem diletante

No átimo de um novo pôr do sol
Nasce um dia meramente normal
E, contrário ao que parece,
Torna-se indistintamente especial

Como na plenitude de um gesto,
Numa significância quase modal
A união entre duas epidermes
Fornece um contato primordial

Não se trata de algo sublime,
Nem se quer de algo banal,
Como num perfeito timbre,
A voz profetiza uma sílaba inicial (PA)

Tratar-se-á de uma simples palavra
Num murmúrio quase inexaurível
Que de tanto proferir encômios
Transforma-se em algo inesquecível

E mesmo após a demora primaveral,
Numa angústia ausente de reféns,
A espera sempre vale à pena
Depois de um singelo PARABÉNS.



Post Scriptum 1: Texto produzido em homenagem a dois grandes amigos (Bia e Yuri).

Post Scriptum 2: Não sou muito bom em poesias, mas tentei fazer o que pude para discorrer essa homenagem.

Um comentário:

Yuri Andrews disse...

Caralho, bóóóeeeee!!!
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk



Pau, pau!!!


\o/


Valeu!